Novo portal de tecnologia no Brasil

Conecta Mundo inicia as atividades de informar com qualidade sobre tecnologia.

Como o celular acessa o mundo?

Está cada fez mais fácil e popular ter um celular na mão que acessa conteúdo em qualquer lugar no mundo. As barreiras físicas são quebradas e pessoas no Brasil podem fazer um curso online na Nova Zelândia, por exemplo.

Vacina da Pfizer e BioNTech é aprovada no Reino Unido

Um ano após o primeiro caso conhecido de Covid-19, o mundo tem uma vacina eficaz contra a doença pronta para proteger a população.

De preço alto a regulamentação, carros autônomos enfrentam desafios

O avanço dos carros autônomos parece depender mais de regulamentações exigentes do que pesquisas e testes no mundo real.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Os Shoppings Centers não emplacam no comércio eletrônico!


 

A pandemia chegou e afetou quase todas áreas do comércio, e os Shoppings Centers sem dúvida foi um dos mais afetados, não apenas pelo fechamento das lojas, mas pela incapacidade de alavancar um comércio eletrônico forte e consistente.

Para se ter um comércio eletrônico forte não basta apenas criar um site numa plataforma boa, precisa de tráfego, que no online significa grandes volumes de investimento em publicidade online. Coisa que não foi possível, pois as maiorias das lojas dos shoppings estavam sem caixa algum, e ainda ter esse gasto a mais ficou difícil.

E outra análise que fazemos é que com uma concorrência gigante na internet, com opções diversas, e lojas no comércio eletrônico já consolidadas, não é fácil surgir nesse território com força do dia para noite. E isso fez com que o comércio eletrônico das lojas dos Shoppings Centers não emplacaram. Para não dizer que foram um fiasco.

Será o fim dos Shoppings Centers?

E segue uma reportagem da Exame para refletir: "Um quarto dos shoppings americanos fechará até 2022, prevê banco" - clique aqui.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Publicidade online: um futuro sem volta



Já pensou que em pouco mais de 20 anos de criação a publicidade online fosse dominar por completo o mercado da propaganda. Vejam os números estimados de faturamento do Google em 2020 em publicidade online: US$ 160 bilhões, algo em torno de R$ 800 bilhões de reais. Tem como colocar qualquer outro meio de comunicação perto.

As mídias offline estão em decadência total e tendem a sumir até 2025, como: Outdoor, revistas impressas, jornais impressos. Alguns vão se manter, mas baixando o preço e com parcela cada vez menor de penetração, são as TVs e os rádios.

E isso diz muito sobre como as empresas devem se movimentar para chegar em 2025 com força e presença na mente e coração dos consumidores. É através da publicidade online o caminho para essa vitória. E o melhor, nesse cenário os mais fortes e os mais fracos, em termos econômicos, tem a mesma oportunidade de acessar os canais de propaganda.

Por que o Google investiu mais de R$ 700 mi em duas startups indianas



Investimento faz parte do plano do Google de injetar 10 bilhões de dólares em startups indianas. Glance e DailyHunt foram as mais recentes beneficiadas

O Google foi às compras neste fim de ano e desembolsou algumas centenas de milhões de dólares de dólares. A empresa está investindo na compra de participação minoritária das startups Glance e DailyHunt, ambas da Índia e que atuam com marketing digital e redes sociais. Com o aporte, a companhia de Mountain View mira uma competição cada vez maior contra empresas como Apple, Instagram e TikTok.

Fundada em 2016 como uma plataforma distribuição de conteúdo móvel, a Glance recebeu 145 milhões de dólares. Segundo o TechCrunch, a Glance já disponibilizou conteúdo noticioso e jogos na tela de descanso de mais de 100 milhões de smartphones. Todo o conteúdo é selecionado e personalizado para cada usuário através de inteligência artificial. A empresa pertence à InMobi, conglomerado de publicidade.

“A Glance é um ótimo exemplo de solução para o consumo prioritário e exclusivo de dispositivos móveis, servindo conteúdo em muitos dos idiomas locais da Índia”, disse Caesar Sengupta, vice-presidente do Google, em comunicado. “Este investimento reforça nossa crença em trabalhar com startups inovadoras da Índia com o objetivo comum de construir uma economia digital inclusiva que beneficiará a todos.”

Nascido em 2009 e atuante com uma plataforma de vídeos curtos dedicado ao conteúdo móvel e que já tem 285 milhões de usuários, o DailyHunt recebeu 100 milhões de dólares em uma injeção de capital que também contou com a participação de empresas como Microsoft e Alphawave, além de outros investidores. A empresa pertence à Ver Se Innovations e já recebeu levantou outros 342 milhões de dólares em investimentos, segundo o TechCircle.

Tanto a Glance como o DailyHunt são plataformas que devem ajudar o Google a melhorar o desempenho de seu sistema operacional para smartphones. A ideia da companhia comandada por Sundar Pichai é levar mais conteúdo para as telinhas dos usuários, sem que eles precisem necessariamente instalar um ou outro aplicativo para isso. Ao mesmo tempo, seduz usuários do iPhone a dar uma chance para o Android.

O aporte fez com que as duas startups mudassem de patamar. Ambas agora atingem a alcunha de unicórnios, termo utilizado para quando uma startup passa a valer mais de 1 bilhão de dólares. A Glance, vale lembrar, já havia recebido outros 45 milhões de dólares em um investimento feito em 2019 pelo fundo de capital de risco Mithril Capital Management.

Foco na Índia

Ambos os investimentos fazem parte de um plano do Google de injetar 10 bilhões de dólares em startups indianas durante os próximos anos através do India Digitalization Fund, criado para impulsionar os negócios digitais do país. Vale lembrar que o Google já havia desembolsado outros 5,7 bilhões de dólares na empresa de telecomunicações Jio Platforms.

Fonte: Exame

domingo, 20 de dezembro de 2020

O que esperar do comércio eletrônico em 2021?



O ano de 2020 foi um grande teste para o comércio eletrônico, com crescimento muito acima de todas as previsões otimistas, foi uma oportunidade de amadurecer ideias e projetos que talvez levariam dois ou três anos para se concretizarem.

A logística foi um ponto crucial, pois a parte de plataforma e publicidade online estão bastante avançados para suportar esse onda de crescimento do comércio eletrônico. Que na realidade é o princípio que não tem mais volta, pois essa nova forma de consumir vai dominar as relações comerciais daqui pra frente, com forte expansão a cada ano. E quem souber fazer da logística um diferencial vai sair na frente, pois todo cliente que compra na internet quer rapidez na entrega, frete grátis e oportunidade de troca facilitada.

E 2021 vai ser um ano de mais aumento no comércio eletrônico, pois além da tendência mundial, vai ter a chegada do 5G no Brasil, e isso produzirá experiências muito mais fáceis e rápidas do cliente com as empresas. Então estejam todos preparados para o próximo nível no comércio eletrônico que chegará em 2021.

E vamos que vamos!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Fiocruz fortalece iniciativas de acessibilidade e inclusão na pandemia



Ontem, 3 de dezembro, foi celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para fortalecer a defesa pelos direitos das pessoas com deficiência globalmente. A celebração ocorre em um dos momentos mais difíceis da humanidade no século XXI, em meio à pandemia do novo coronavírus. Já são mais de 64 milhões de casos notificados da doença e mais de 1,42 milhões de mortos desde o início da pandemia no mundo.

E em uma pandemia, as informações precisam ser atualizadas a cada momento, com novas descobertas da ciência em prol da manutenção da vida. Neste contexto, o direito à informação e comunicação se torna ainda mais essencial. Para ampliar a divulgação, a Fiocruz implementou recursos de acessibilidade em seus vídeos sobre a Covid-19, a partir de uma articulação do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, que tem traduzido as produções para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).  

Já são mais de 160 vídeos disponíveis na área especial sobre o novo coronavírus do Portal Fiocruz e na Biblioteca Virtual de Saúde da instituição (BVS Fiocruz), com as traduções realizadas pelos intérpretes de Libras do projeto Empregabilidade da Pessoa Surda, coordenado pela Cooperação Social da Fiocruz; e do Programa Fiocruz Saudável, da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (Cogepe/Fiocruz).  

Outro desdobramento importante dessas traduções foi o lançamento do AFN Acessibilidade, com as principais notícias publicadas na Agência Fiocruz de Notícias em Libras e com áudio e legenda em português. Os vídeos semanais estão disponíveis no canal da Fiocruz no YouTube e nas redes sociais da instituição no Facebook, Instagram e Twitter

O livro Diálogos sobre acessibilidade, inclusão e distanciamento social: territórios existenciais na pandemia, lançado em junho, apresenta reflexões sobre as vulnerabilidades das pessoas com deficiência em meio à pandemia, a partir de artigos de integrantes do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência e representantes da sociedade civil. A publicação é uma iniciativa da plataforma IdeiaSUS/Fiocruz, em parceria com o Comitê, o Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Dihs/Ensp/Fiocruz) e a Universidade Federal de Goiás.  

Em comemoração ao Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência, a Fiocruz realizou em setembro um evento virtual com o tema Deficiência, desigualdade e (IN)visibilidade: desafios para a comunicação e informação no contexto da pandemia, em parceria com o Centro Universitário Arthur Sá Earp Neto/Faculdade de Medicina de Petrópolis (Unifase/FMP). O encontro discutiu as desigualdades e invisibilidades vivenciadas pelas pessoas com deficiência, em especial nos processos de comunicação e no acesso à informação sobre a Covid-19, e contou com diferentes recursos de acessibilidade. O objetivo foi fortalecer a agenda interinstitucional pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência, pelo enfrentamento à discriminação e por políticas públicas de saúde que reconheçam e valorizem a diversidade.  

A partir de demanda encaminhada pelo Comitê, pesquisadores do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz) esclareceram dúvidas sobre as máscaras faciais em 3D, abordando a confecção, o uso e a correta higienização do utensílio de proteção individual. Trata-se de máscaras feitas com material transparente, em que a boca da pessoa pode ser vista. Isso permite a leitura labial e a visualização das expressões faciais, fatores importantes para comunicação das pessoas com algum tipo de deficiência auditiva.  

Os pesquisadores também explicaram sobre os outros cuidados de proteção e higiene pessoal, como a limpeza correta de bengalas, muletas, cadeira de rodas e outras tecnologias assistivas. 

Para completar essas ações na pandemia, o Comitê desenvolveu o documentário Construindo práticas acessíveis na comunicação sobre Covid-19: a experiência da Fiocruz, que integra a Mostra Olhares sobre a Covid-19, organizada pela VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz. A produção reúne depoimentos sobre o processo de tradução para Libras de vídeos informativos no cotidiano das ações de comunicação da Fundação no contexto da pandemia, refletindo sobre os desafios para acessibilidade comunicacional. O vídeo está disponível no Portal Fiocruz. 

O Comitê 

Todas essas ações foram articuladas ou contam com o apoio do Comitê Fiocruz pela Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência. Criado oficialmente em maio de 2017, a partir da Portaria da Presidência n. 714/2017-PR, o Comitê resulta de uma aproximação, em 2016, de diferentes iniciativas voltadas para o direito das pessoas com deficiência em desenvolvimento nas unidades da Fiocruz. É composto por trabalhadores da Fundação com e sem deficiência. O objetivo é fortalecer ações em prol da equidade e diversidade, em defesa de práticas mais acessíveis e inclusivas. Neste sentido, em 2019, o coletivo lançou a Política da Fiocruz para Acessibilidade e Inclusão das Pessoas com Deficiência, reunindo princípios e diretrizes para transpor as diferentes barreiras evidentes na instituição e desenvolver ações junto a trabalhadores, usuários dos serviços e estudantes. 

Desde a sua formação, o Comitê tem se organizado em minigrupos com os seguintes temas: articulação política; comunicação e informação; educação e pesquisa; e infraestrutura. Além disso, reúne também familiares de pessoas com deficiência que atuam na Fiocruz e cada minigrupo, por sua vez, é responsável por uma série de atividades que compõem o plano de ações do Comitê, definido a partir das demandas de cada área temática e tendo como referência marcos legais nacionais e internacionais pela inclusão e acessibilidade. 

Participação no Comitê 

O GT Ampliado do Comitê se reúne mensalmente para seguir na consolidação da política para inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência na Fundação, reafirmando o compromisso institucional pela defesa dos direitos humanos e valorização da diversidade, como definido na tese 11 do relatório final do VIII Congresso Interno da Fiocruz (dezembro/2017). Para participar do Comitê e saber mais informações, acesse aqui no Portal Fiocruz ou entre em contato pelo e-mail acessibilidade@fiocruz.br

Fonte: Portal Fiocruz

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Centro de treinamento de robótica prepara profissionais para a era da automação

 


O Brasil está bem abaixo das potências mundiais quando falamos de robôs.

Com base nos dados mais recentes da federação internacional de robótica, o brasil levaria 43 anos para igualar a média atual de 74 robôs para cada dez mil trabalhadores.  Imagine então igualar esse número com a Europa, que já possuem hoje 99 máquinas para cada 10 mil trabalhadores.

Mas nada se compara aos sul coreanos, são 631 robôs para cada 10 mil trabalhadores. Isso sim é realmente um sonho.

Mas o Brasil já consegue ver a luz no fim do tunel e segue crescendo nesse cenário digital. E muita coisa já está acontecendo por aqui. Nos visitamos uma empresa de automação que desenvolveu esse centro de treinamento em Guarulhos, na grande São Paulo. Por aqui a aposta é na qualificação de mão de obra para controlar as novas máquinas robóticas e assim melhorar a produtividade da indústria brasileira.

O investimento para melhorar o centro de treinamento foi de um milhão de reais. Os alunos são profissionais de empresas que compram robôs, além de estudantes do Senai, equipes de empresas e até trabalhadores que estão interessados em fazer um curso de aperfeiçoamento por conta própria.

Quem faz um dos cursos vai controlar robôs por meio desse aparelho que lembra ou tablet, misturado com um joystick. Para quem não tem muita familiaridade, os primeiros movimentos são mais complicados, mas em uma semana o profissional sai capacitado para operar, programar ou fazer manutenção.

O curso custa cerca de dois mil reais, mas a qualificação no mercado de trabalho vai compensar o investimento em pouco tempo.

Para não ficar para trás, o profissional precisa conhecer o que existe de mais avançado na robótica. Um exemplo é a tecnologia savemove, em que o robô diminui a velocidade ou até pára quando alguém se aproxima. Já a realidade virtual, que está ganhando fama nos jogos, é aplicada aqui para simular um pátio de fábrica.

E cada vez mais vamos ouvir falar em robótica colaborativa: em que um robô divide uma atividade e o espaço com o ser humano. E os alunos do centro de treinamento vão ter contato com essa tecnologia. Bem de perto.

E olha que notícia boa, para quem tem medo de que um dia as máquinas roubem os trabalhos do ser humano, com essa capacitação o profissional não precisa enxergar no robô um concorrente e sim um parceiro de trabalho.

Fonte: Olhar Digital

Butantan recebe um milhão de doses da Coronavac

 


O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, e o Governador João Doria acompanharam nesta quinta-feira (03) a chegada de 600 litros a granel da vacina Coronavac, correspondente a um milhão de doses. Com esta remessa já são 1 milhão 120 mil doses enviadas pela farmacêutica chinesa Sinovac ao estado de São Paulo.

"Ao lado do Jean Gorinchteyn, Secretário da Saúde do Estado de São Paulo e do Dimas Covas, Presidente do Instituto Butantan, viemos receber aqui mais um lote da vacina Coronavac, a vacina do Butantan, a vacina que vai salvar vidas de milhões de brasileiros", disse o Governador.

Esta é a segunda remessa a chegar no país, sendo a primeira de 120 mil doses prontas recebida no dia 19 de novembro. Ao todo serão 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas para aplicação e 40 milhões em forma de matéria-prima para produção, envase e rotulagem em fábrica própria do Instituto Butantan.

O embarque dos insumos aconteceu na quarta-feira (2) em Pequim, em um voo comercial da Swiss Air Lines que fez escala em Zurique, na Suíça, antes do desembarque no Brasil, na manhã desta quinta-feira, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A vacina a granel foi acondicionada em três bags de 200 litros cada, colocados em um equipamento refrigerado a temperaturas de 2 ºC a 8 ºC. A matéria-prima será envasada pelo Butantan em frascos multidoses, conforme a configuração utilizada nas campanhas de vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O processo de envase desta primeira remessa de insumos deve levar de quatro a sete dias e envolverá, diretamente, cerca de 40 colaboradores do Butantan. A produção será ininterrupta.

"Estamos cumprindo mais uma etapa fundamental para disponibilizar a vacina em tempo recorde aos brasileiros. A tecnologia e expertise do Butantan já nos permitem realizar parte do processo produtivo em nossa própria fábrica, e estamos trabalhando para muito em breve podermos produzir integralmente a vacina, mediante processo de transferência de tecnologia por parte da Sinovac", afirma o diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas.

O lote ainda passará por testes que vão aferir e validar a qualidade do produto e também do processo produtivo.

As demais remessas chegarão no decorrer das próximas semanas. Já a disponibilização para a população ocorrerá somente após a comprovação da eficácia, que deverá acontecer após a conclusão da terceira fase dos estudos clínicos e posterior aprovação e registro por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O imunizante se encontra na fase final de testes clínicos em humanos no Brasil e deverá ter os resultados de eficácia anunciados na primeira quinzena de dezembro. No momento estão sendo analisados 74 voluntários que se infectaram com o coronavírus. O número ultrapassou o mínimo necessário, de 61 casos, para a abertura dos estudos e análise. Os dados extraídos desta análise serão enviados pelo Comitê Internacional Independente para a avaliação e aprovação da Anvisa.

Coordenado pelo Instituto Butantan, os testes envolvem 13 mil profissionais de saúde em 16 centros de pesquisa de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Segurança e eficácia

No último dia 19 de outubro o Governo de São Paulo e o Butantan anunciaram que a Coronavac é a mais segura entre as vacinas que estão em etapa final de estudos clínicos no Brasil.

Do total de voluntários que receberam vacina ou placebo, apenas 35% apresentaram algum tipo de reação adversa, mas todas elas classificadas como leves, como febrícula ou dor no local da aplicação. Nenhuma reação adversa grave foi registrada.

Já em novembro a revista científica Lancet, uma das mais importantes no mundo, publicou os resultados de segurança da Coronavac na fases I e II, realizados na China, com 744 voluntários. A publicação mostrou que a vacina é segura e tem capacidade de produzir resposta imune no organismo 28 dias após sua aplicação em 97% dos casos.

Fonte: Butantan

Elon Musk não descarta fusão da Tesla com montadora rival



Em evento na Alemanha, o bilionário falou que poderia avaliar o assunto caso "bons argumentos" fossem apresentados a ele

Elon Musk, fundador da Tesla, afirmou que não teria intenção de iniciar um processo de aquisição hostil de uma montadora rival, entretanto, o executivo não descartou uma eventual fusão acordada entre as partes.

O assunto foi trazido à tona durante evento de uma editora alemã. “Não temos a intenção de fazer uma aquisição hostil, mas se alguém nos convencesse com bons argumentos sobre uma fusão com a Tesla, então poderíamos discutir o tema.”

Musk respondeu ao questionamento de um jornalista sobre a possibilidade de aquisição de uma rival após a forte valorização da Tesla na Nasdaq.

Fonte: Exame

Cuidados ao comprar na internet



Com o aumento de lojas virtuais no Brasil, muito se fala de segurança nas compras no comércio eletrônico. Tão importante como escolher a loja certa é saber algumas dicas essenciais para não cair em golpe. Os crimes na internet, Cyber Crime, tem crescido na mesma proporção.

Primeiro é importante ter um antivírus e mantê-lo sempre atualizado, quer seja na versão mobile (celular ou tablet) ou desktop (notebook ou computador). Segundo é saber se o site tem segurança, o endereço na barra do navegador tem que ter "https". Terceiro é saber se está com domínio ".com.br", isso possibilita maior rastreabilidade da empresa. Quarto é verificar se tem a possibilidade de comprar por meios de intermediação de pagamento como: Pag Seguro, Pay Pal, Mercado Pago, pois possibilita disputa, ou seja, caso o produto não chegue ou venha diferente do comprado, essas empresas garantem seu dinheiro de volta ou um produto novo conforme oferecido no site.

Então fique atento, não precisa ter medo, basta apenas tomar alguns cuidados, e na dúvida procure sites mais confiáveis, que possuem lojas físicas e são conhecidos a um certo tempo pelos consumidores. Oferta com preço muito abaixo do normal e site novo com domínio apenas ".com" pode ser indicativo de fraude.

E por último uma dica de ouro, nunca pague com boleto, principalmente se o valor for muito alto, isso possibilidade um golpe que dificilmente você vai reaver o dinheiro.

Gostou do tema e da postagem, compartilha com quem você gosta, para ver essas dicas sobre segurança na hora de comprar na internet.

Como o celular acessa o mundo?



Está cada fez mais fácil e popular ter um celular na mão que acessa conteúdo em qualquer lugar no mundo. As barreiras físicas são quebradas e pessoas no Brasil podem fazer um curso online na Nova Zelândia, por exemplo.

Já imaginou quanto seria o custo de passagem, hospedagem e alimentação para fazer esse curso presencial? A internet e os celulares permitiram que o conhecimento não ficasse represado em determinado local ou região.

Além de conteúdos tem também a possibilidade de aquisição de mercadorias, que antes ficava limitado a livros, eletro-eletrônicos e roupas. Hoje se faz feira, compra comida por delivery e até teleconsulta com médicos.

Isso é uma revolução que gerou uma nova onda de consumo, onde o celular parece não ser mais usado para receber e fazer chamadas telefônicas, mas para acessar o mundo, e aproveitar as diversas inovações provenientes da tecnologia.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

De preço alto a regulamentação, carros autônomos enfrentam desafios

 


O avanço dos carros autônomos parece depender mais de regulamentações exigentes do que pesquisas e testes no mundo real. Além dos grandes grupos automobilísticos, gigantes da tecnologia digital (Waymo-Google, Cruise, Uber e outros) continuam investindo no desenvolvimento e avaliações em ruas e estradas.

Há poucos dias a Honda homologou no Japão o nível 3 de automação, porém restrito a vias expressas e aplicação de adesivo de identificação na traseira. A fabricante, em parceria com a Cruise, lançará o primeiro modelo, o Legend, no primeiro trimestre de 2021. No nível 2 já oferecido em vários mercados, inclusive o Brasil, o motorista deve tocar o volante obrigatoriamente a intervalos regulares. No nível 3 ou autonomia condicional, só é preciso assumir a direção se o sistema assim julgar necessário.

Audi A8 foi o primeiro modelo a disponibilizar o nível 3 em 2018. Mas até hoje permanece desativado no carro porque o governo alemão exige vias adaptadas. Nos EUA cada Estado ou cidade tem a sua legislação para avaliações em vias públicas. San Francisco, Las Vegas, Phoenix, Pittsburgh e recentemente o arquipélago-estado do Havaí estão entre os que autorizam. Os testes se concentram no nível 4 (sem intervenção do motorista, mas este ainda precisa estar presente) e no nível 5, quando volante e pedais deixam de existir. Testes sem motorista são autorizados e há até serviços no nível 5 oferecidos ao público em trajetos fixos, caso de Las Vegas.

O Fórum Econômico Mundial divulgou relatório estimulando a criação de política de segurança para veículos autônomos. Segundo a Automotive News, as abordagens atuais estabeleceram uma complicada colcha de retalhos de regulamentação. 

Nos EUA, observa o relatório, a ausência de estrutura federal pode levar a coalizões regionais com objetivos ou geografias semelhantes para definir padrões ou requisitos. Entre os grandes fabricantes de veículos, preço alto é um dos desafios. Mesmo uma marca premium, como Mercedes-Benz, mostra posição acima do nível 3. Além do custo, há ainda dúvidas se os clientes vão mesmo pagar e abrir mão de dirigir.

Achei interessante a opinião de Luc Julia, especialista em interface homem-máquina e coinventor da Siri (Apple): "Duvido que veículo autônomo no nível 5 já exista porque o grau de atenção de um motorista humano nunca será alcançado por uma máquina. Por exemplo, um carro em meio a um congestionamento pode não se mover, porque seguirá as regras. Os humanos, pelo contrário, sabem alternativas para o seu caminho.".

Fonte: UOL carros

Vacina da Pfizer e BioNTech é aprovada no Reino Unido



Um ano após o primeiro caso conhecido de Covid-19, o mundo tem uma vacina eficaz contra a doença pronta para proteger a população. A Medicines and Healthcare Products Regulatory Agency (MHRA), entidade que regulamenta a indústria médica no Reino Unido, aprovou o uso em caráter emergencial da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech.

A aprovação foi concedida com base nos resultados mostrados durante a terceira fase de testes clínicos, que mostrou uma eficácia de 95% entre os voluntários. O pedido foi feito pela fabricante da vacina às autoridades de saúde dos EUA, Reino Unido, Austrália, Canadá e Japão em 20 de novembro.Com a autorização, a vacinação no Reino Unido pode começar já na próxima semana. Segundo Matt Hancock, secretário de saúde do país, 800 mil doses estarão disponíveis inicialmente, o suficiente para vacinar 400 mil pessoas já que a vacina é aplicada em duas doses, com um intervalo de 21 dias.

O Reino Unido comprou 40 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech, suficiente para proteger 20 milhões de pessoas. “A entrega dos 40 milhões de doses ocorrerá em 2020 e 2021, em estágios, para garantir uma distribuição igualitária das vacinas em todos os locais com contratos já executados”, disseram as empresas.

Fonte: Olhar Digital

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Novo portal de tecnologia no Brasil



Conecta Mundo inicia as atividades de informar com qualidade sobre tecnologia em 1 de dezembro de 2020. Levar para todos um conteúdo sério e relevante vai fazer parte da rotina diária da equipe responsável pelo portal.

Tecnologia voltada para melhorar a relação das pessoas, do comércio eletrônico, da telemedicina, da robótica e da inteligência artificial. Assuntos importantes para o dia a dia de quem quer ficar informado sobre o que surge sobre tecnologia a cada momento no Brasil e no Mundo.

E quem quiser saber mais sobre determinado tema, é só escrever nos cometários que levaremos para equipe de redação. A interatividade e participação de vocês é essencial para nos motivar em fazer um trabalho cada vez melhor.

Sejam todos bem vindos a Conecta Mundo, você sempre conectado.